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Porquê a Ecoinside?
Este é o nosso contributo para a preservação do meio-ambiente.
Por cada projeto de redução de consumos energéticos, conseguimos,

- Nº de árvores plantadas: 65 472 árvores 
- Toneladas de CO2 evitadas: 4322 tCO2e
- Energia total produzida: 9195 MWh
- Consumo anual de famílias: 1885 famílias
Conheça alguns dos nossos projetos e ideias.
 

22.01.2019

Chegou 2019, e agora?

Agora que 2019 começou são inevitáveis as análises de tendências para o ano que se inicia. Também nós aqui na Ecoinside olhamos para o mercado do solar fotovoltaico e não podemos deixar de apresentar aqui a nossa visão do estado da tecnologia e do comportamento do consumidor. Hoje parece ser já inevitável a procura do solar fotovoltaico como solução importante na redução dos custos energéticos das empresas portuguesas e das suas pegadas ecológicas. Assistimos a um "boom" relevante em Portugal das energias renováveis, com cada vez mais empresas de diferentes sectores a adotarem soluções de produção de energia alternativas.
Os números falam por si. As energias renováveis têm um peso cada vez maior no mix energético português. De acordo com os últimos dados do Eurostat, Portugal é hoje o terceiro país europeu que mais recorreu a energia gerada por fontes renováveis. Em 2017, a produção passou os 42%. O ano de 2018 conheceu inclusive um aumento neste campo, com 55,1% da energia consumida em Portugal vindo de energias renováveis. Os benefícios não são apenas a redução dos custos energéticos, são também ambientais. Segundo a IEA (International Energy Agency), são 3 os problemas direta ou indiretamente combatidos com a escolha de energias renováveis:

- Cerca de 7 milhões de mortes prematuras anualmente devido a poluição; 
- Aumento perigoso da temperatura média do planeta, acima dos 2.7º C;
- Cerca de 1.5 milhões de pessoas que não têm acesso a qualquer tipo de eletrecidade.

É certo que não podemos entrar em demagogias desmedidas. Sabemos que a produção de energia por fontes renováveis em geral, e mais especificamente com recurso ao solar fotovoltaico, é uma pequena parte desta equação. Parece-nos no entanto que é a forma mais rápida que a indústria tem para começar a reduzir as suas pegadas carbónicas. Facilmente conseguimos hoje chegar a soluções tecnológicas que nos permitem chegar a autonomias energéticas de 20% nas empresas, o que implica já reduções de 200 a 300 toneladas equivalentes de CO2. Analisando o mais recente relatório da IEA, só podemos concluir que é assustadora a forma como as tendências rapidamente se invertem. As emissões de CO2 e gases de efeito de estufa, por exemplo, conheceram uma estabilização nos anos 2014 a 2016, mas tiveram um aumento de 1,7% em 2017, prevendo-se inclusive um aumento paulatino até 2040. O mesmo relatório mostra ainda que as formas de energia tradicionais, gás, carvão e petróleo continuarão ainda a ter um destaque importante nos próximos 20 anos. Claro que há diferentes papéis nesta equação, com a Ásia a ter um destaque relevante no aumento dos gases de efeito de estufa, mas também a Europa e os Estados Unidos ainda a terem muito a melhorar. De qualquer das formas, observamos o destaque que as energias renováveis estão a ter e o interesse crescente que as empresas em Portugal, e não só, estão a ter pelo Solar Fotovoltaico, cada vez mais visto como verdadeira alternativa para reduzir os custos energéticos e ambientais. 

 

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